Que melhor música do que esta para celebrar esta nossa diversidade plural antropológica? Gente de toda a cor, de todos os tamanhos, feitios, cheiros, tatos, pensamentos, iguais e diferentes...cabe tudo nesta simples canção...Pudesse o mundo caber todo numa canção e aqui estaria todo, aceitando as suas diferenças e se entendendo!
O anthropos é um espaço de reflexão, de pausa e de abertura para os diálogos do pensamento... para a poesia que exala das palavras, para o imaginário que nos delicia e nos transporta à infância, para a literatura, para as viagens... para o lúdico... para as causas reais pelas quais nos devemos afirmar. Convido-o desde já a participar nesta minha primeira aventura bloggista e espero que seja divertido!!
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
domingo, 3 de dezembro de 2017
Zé Pedro...para sempre!
Oiço as músicas a tocar, repetidas vezes, as mesmas que cantei tantas vezes a altos berros nos concertos, que dancei e pulei, com entusiasmo e alegria, as mesmas músicas que me acompanharam toda a vida e deixo-me levar pelas letras e pelos ritmos...Oiço-as uma a uma e percorro as histórias da minha vida, os fragmentos de quem sou, episódios e memórias do que vivi.

Palavras de amor, de revolta, de fúria, de contestação, de mobilização, de desespero, de apatia, resignação, palavras que se erguem em gritos mudos que chamam a atenção e se afastam no tempo, nada mais ficará como antes...tudo muda, tudo fica, tudo passa!
Dizem que morreste e eu nem quero acreditar que perdeste a luta, que defendeste até ao fim!
Dizem que morreste e eu nem quero acreditar que perdeste a luta, que defendeste até ao fim!
Longe de ti, mas para sempre! Obrigada Zé Pedro, o teu nome ficará sempre marcado na história da minha vida, obrigada pelo legado que deixaste, pelo grupo dos Xutos & Pontapés, que nos faz cantar, pular, vibrar e nos sentir vivos!
Custa ver partir assim tão cedo, quem tão intensamente viveu!
Custa ver partir assim tão cedo, quem tão intensamente viveu!
domingo, 5 de dezembro de 2010
domingo, 3 de maio de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Calou-se a voz do marinheiro

Nos anos 90, quem não se lembra da célebre música «esta vida de marinheiro», ou do «vamos ao circo», do grupo Sitiados, uma referência da música rock dos anos 90, em Portugal. Hino de colónias de férias, de ajuntamentos de jovens, esta vida de marinheiro, estava sempre presente em momentos de alegria e divertimento. Os Sitiados, foram a primeira banda de João Aguardela, tendo editado em 1992 o seu álbum de estreia, sendo de 1999 a edição do seu último registo. Posteriormente, o músico fundou os Megafone, que editaram quatro discos, o projecto Linha da Frente, que musicou textos de Ary dos Santos, Manuel Alegre e Alexandre O´Neill, entre outros.
No dia 18 de Janeiro, aos 39 anos, João Aguardela faleceu, vítima de cancro. Calou-se uma das vozes do meu tempo de juventude.
No dia 18 de Janeiro, aos 39 anos, João Aguardela faleceu, vítima de cancro. Calou-se uma das vozes do meu tempo de juventude.
sábado, 31 de maio de 2008
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