quarta-feira, 30 de abril de 2008

Fim-de-semana na Serra da Estrela

Para aproveitar o magnífico fim-de-semana prolongado do 25 de Abril, resolvi ir até à Covilhã visitar os meus amigos João e Isabel, que tive a oportunidade de conhecer na última viagem que fiz no verão passado, através da Mil-Andanças.
Foi sem dúvida um tempo muito bem passado, pois estes meus amigos não brincam em serviço e apresentaram um programa de festas espectacular. No primeiro dia, aproveitámos para conhecer melhor a Covilhã, no sopé da serra, e para percorrer as suas ruas e desvendar o seu património. Um dos locais que visitei e que aconselho foi o Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior. A visita foi guiada e valeu a pena para conhecer um pouco melhor esta que foi a rainha das indústrias da Covilhã, estando em acentuada decadência. Na realidade, na cidade não faltam vestígios de antigas fábricas de lanifícios, que têm vindo a falir em virtude da forte concorrência dos mercados internacionais e da deslocação das grandes empresas para a Europa de Leste, onde a mão-de-obra é mais barata.
Relativamente ao museu já referido, este revela o património das Tinturarias da Real Fábrica de Panos, documentando a história da industrialização dos lanifícios, desde os tempos mais recuados, até aos séculos XIX e XX, caracterizando económica, social, técnica e culturalmente a Covilhã e a região da Serra da Estrela que deve o seu desenvolvimento à mono-industrialização dos lanifícios. Aí, é possível encontrar também as estruturas arquitectónicas e arqueológicas postas a descoberto na área das tinturarias oitocentistas, bem como os achados recuperados durante as intervenções arqueológicas realizadas (1986-1992) e integrados na exposição permanente e em reserva.
Além da exposição do museu, tive a oportunidade de visitar outras mais pequenas, localizadas no centro histórico da cidade, sobre a arte de conservação e restauro, e pude constatar o quão difícil é tratar obras de arte completamente destruídas ou com sérios danos, em condições de serem novamente admiradas.
Em seguida, rumamos a Belmonte, onde subimos ao castelo, percorremos as ruas sinuosas, com um suave aroma, que me recordou umas recônditas férias da minha infância. Apesar de não estar aberta, vimos também a sinagoga, a qual foi inaugurada em 1997.
Belmonte tem um passado histórico envolto na ocultação das crenças religiosas. Como se sabe, com o estabelecimento da Inquisição em 1536, o judaísmo foi proibido no nosso país, restando aos judeus a fuga ou a conversão. Enquanto muitos judeus partira para países estrangeiros, outros ficaram em Portugal, mascarando a sua fé judaica que não podiam professar publicamente, nascendo assim o criptojudaísmo, que manteve vivas as tradições judaicas dos cristãos-novos, descendentes do velho judaísmo português.

Belmonte conservou ao longo de séculos a ocultação de práticas e rituais de cristãos-novos. É esse um dos grandes motivos de interesse de Belmonte, além da beleza do lugar.

À noite, houve tempo para ir ao teatro e fui conhecer o célebre Teatro das Beiras. Nesse dia feriado, a entrada era gratuita. Estava em cartaz «A Disputa», de Marivaux, uma peça estruturada sobre uma fábula, onde o mote era a infidelidade e a inconstância da vida. É um retrato contemporâneo muito curioso sobre as relações entre os dois sexos, contudo com uma linguagem muito simples, quase um conto infantil, sobre o modo como os humanos se apaixonam, se mantêm enamorados, e trocam o objecto amado por outro, que suscite maior desejo. Muito interessante, combinando a técnica do audiovisual, do vídeo, com o teatro. O efeito é um pouco estranho e confuso, com uma encenação talvez pouco compreendida, mas o resultado é interessante. Recomenda-se!

No dia seguinte, dedicamos completamente o passeio à Serra da Estrela. Que maravilha poder subir à Torre, e ver no topo da serra neve, sobretudo quando os termómetros marcavam temperaturas tão agradáveis e estivais. Foi giro deslizar na neve e brincar um pouco. É tão raro ver este elemento, que quase parece ver pelas estradas e pelos campos verdadeiros aglomerados de claras batidas em castelo. O nevão da passada semana foi intenso e como tal, estava tudo coberto de neve na Torre, onde centenas de pessoas com as suas famílias se divertiam, deslizando em trenós de plástico coloridos. A folia era tal que se via pessoas de manga curta e até sem camisola a brincar na neve.

O passeio nesse dia foi intenso, calcorreámos todos os recantos bonitos da serra, fomos até ao Covão da Ametade, onde corre o Zêzere, junto à sua nascente. Vimos quedas de água, paisagens de cortar a respiração, vimos a Lagoa Comprida e tantos outros lugares…

Ao chegar a Manteigas visitamos o viveiro de trutas, onde pudemos ver alguns dos tanques de aquicultura, para abrir o apetite. Apesar de não ter comido truta (não aprecio muito peixe), adorei o lombo de porco assado num pequeno restaurante regional, próximo de Manteigas.

De volta em volta pela serra, fomos até Seia e ao seu célebre Museu do Pão, que há tanto já ouvia falar. Confesso, que não foi grande surpresa, pois já tinha ouvido comentar que o museu é muito mais comercial do que de investigação.



As pessoas ali entram em magotes, pagam, entram e pouco interpretam do que vêem, até porque não existe um grande discurso expositivo, é como se os objectos já valessem pelo que valem… as crianças mexem em tudo, o bulício é grande e a algazarra também.
Além das salas de exposição, o museu conta ainda com um agradável bar-biblioteca, onde se pode no exterior contemplar a paisagem envolvente, um restaurante de qualidade, uma mercearia, com enchidos e pão quente, bolachas, biscoitos e outros derivados. O museu dispõe ainda de carrinhas e de um pequeno comboio que faz o transporte dos visitantes até ao centro de Seia. De tudo, o que mais gostei foi sobretudo da primeira sala, sobre o ciclo do cereal e de alguns documentos dispersos nas outras salas, fotografias e artigos de revistas dos inícios do século XX sobre a vida nos campos. Encontra-se ainda em exibição uma exposição temporária de fotografia «Mãos sobre o Pão», de Pedro Inácio. Apesar da ideia ser original, penso que as fotografias não possuem qualidade suficiente, além de que se tornam repetitivas e maçadoras.


Ao longo deste périplo pela Beira-Baixa houve tempo também para conhecer a aldeia histórica de Sortelha e o Sabugal.
Sortelha é um recanto encantador de Portugal, muito parecida com Monsanto, mas a uma escala menor. Trata-se de uma vila fronteiriça de fundação medieval, com foral concedido em 1228. A povoação instalou-se dentro do Castelo, face às exigências defensivas, num terreno acidentado. O castelo domina toda a paisagem e envolve toda a vila através da sua muralha. Aqui e ali revive-se um pouco do passado daquele lugar, pois já são poucos os seus habitantes, a maioria muito idosa. Vêem-se contudo novas caras, sobretudo de turistas, muitos dos quais alugam muitas das casas que se encontram vagas. É bom perceber que em muitos locais se começou a dar valor ao património e a tirar proveito económico do mesmo, convertendo-o num produto turístico, porque nem tudo pode ser abandonado e destruído…
Por fim, uma incursão pelo Sabugal. Mais um castelo, mais um passeio pelas muralhas, mas desta vez sem a força e a coragem para subir à Torre de Menagem. O calor seco da beira começava a apertar e o cansaço já começava a fazer-se sentir.
Regressei do fim-de-semana mais preenchida e animada, como é bom às vezes ir “para fora cá dentro”… Já no comboio embalei-me na viagem, contemplei as paisagens verdejantes do Tejo, por vezes mesmo à sua beira, como sucedeu em Vila Velha da Ródão, e regressei à cidade!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Uma data que não pode cair no esquecimento!


25 DE ABRIL

Esta é a madrugada que eu esperava

O dia inicial inteiro e limpo

Onde emergimos da noite e do silêncio

E livres habitamos a substância do tempo


Sophia de Mello Breyner Andresen

quarta-feira, 23 de abril de 2008

23 de Abril, Dia Mundial do Livro



« Um livro é um espelho, só podemos encontrar nele o que já temos cá dentro…»
In: A Sombra e o Vento, de Carlos Ruíz Zafón


Assinala-se nesta data a comemoração do Dia Mundial do Livro. Este é festejado com diversas iniciativas e actividades, sobretudo nas mais diversas bibliotecas do nosso país, em livrarias, inaugurando-se até exposições, como é o caso daquela sobre a obra de José Saramago, que irá estar patente na Ajuda.
Este é um dia do elogio do livro e da leitura, um dia para inspirar os já leitores e aqueles que ainda não são adeptos convictos deste prazer tão pessoal e tão despertador da imaginação e da criatividade. Não há dúvida que ler é inventar novos mundos…
Neste dia, deixo ficar duas sugestões de leitura. Uma delas é o livro que acabei de ler e que me tem inspirado nas últimas semanas. Trata-se de «Sombra do Vento», de Carlos Ruíz Zafón, um livro maravilhoso sobre os mistérios da leitura, dos livros e os mistérios em torno de um escritor, Julian Caráx, que apaixona o protagonista da história, Daniel Sempere, desde os dez anos, altura em que descobre uma das suas obras, no Cemitério dos Livros Esquecidos. É um livro empolgante, misterioso e que nos relata, entre outros aspectos, um pouco da história política de Espanha, da Guerra Civil Espanhola, do pós –II Guerra Mundial, na cidade de Barcelona. Fala também de amor, de histórias que se cruzam, com resultados trágicos, de amores contrariados e da perseguição desse amor ideal.


A outra leitura que recomendo é uma edição da FNAC intitulada «O Prazer da Leitura». É um pequeno livro com vários contos de autores portugueses, custa apenas 4 € e tem a vantagem de parte dos lucros reverterem para a associação humanitária, AMI.

A propósito de livros, deixo ficar aqui umas palavras que encontrei nos meus apontamentos e que acho extremamente engraçadas…Chama-se «Leve um Livro para a Cama»…

«(…) Leve o livro para casa.
Leve o livro para a cama (…)
Depois, pode demorar-se a apreciar a encadernação, acariciar a lombada,
Abri-lo lentamente, folheá-lo devagarinho até encontrar uma ilustração mais interessante, pode voltar ao princípo, começar a lê-lo sem pressas, entusiasmar-se e mesmo acabar de repente, com sofreguidão.
E pode começar de novo, de uma maneira ou de outra. Um livro tem sempre algo de diferente a revelar, às vezes custa é descobri-lo (…)
Não precisa de fazer uma leitura segura: não é necessário pôr-lhe uma capa plástica para o proteger. As suas mãos podem sentir-lhe a textura, a suavidade, a qualidade do papel, o cheiro da tinta e o pior que pode acontecer-lhe é ficar seduzido para sempre.
Pode lê-lo em qualquer posição, de trás para a frente, de frente para trás ou mesmo começar pelo meio. O livro está sempre disponível para se entregar a quem ama (…)
E também há-de querer lê-lo mais vezes.
Leve um livro para a cama.
Ler, às vezes, é quase tão bom como fazer amor.
Leve um livro para a cama, hoje, amanhã, sempre.»

In: Da Biblioteca ao leitor. Estudos sobre a leitura pública em Portugal, Braga, Autores de Braga, 1996, p.35674

terça-feira, 22 de abril de 2008

22 de Abril -Dia Mundial da Terra

Porque a terra é de todos, devemos respeitá-la e preservá-la. Neste dia unamo-nos neste combate à poluição e ao desperdício de energia e dos recursos naturais. Poupemos a água que corre no duche antes de aquecer, tiremos os carregadores dos telemóveis da ficha depois de carregados, andemos mais a pé ou de transportes públicos em vez de andar sempre de carro e a poluir o ambiente. Reciclemos o nosso lixo, separando os resíduos. Apaguemos as luzes quando não precisamos delas, desliguemos os aparelhos electrónicos do stand-by para não despenderem mais consumo energético. Estas são apenas algumas pistas, que cabe a cada um de nós cumprir. Ajudemos o nosso planeta a ser salvo, para que as próximas gerações não herdem uma terra cheia de lixo, seca e árida, sem vida, inerte. Por todos estes motivos, celebremos pois o Dia da Terra não só hoje, mas sempre!

domingo, 20 de abril de 2008

Exposição «Varinas de Lisboa» - Fotografias de Joshua Benoliel, Arquivo Fotográfico de Lisboa


Para outras informações consulte: http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/

Cursos Livres de Antropologia no ISCTE


O Kula é um novo projecto de cursos livres de Antropologia que têm vindo a realizar-se no ISCTE. São cursos de livre acesso, gratuitos e sem a remuneração de um formador. Partiram de uma "provocação" do Miguel Vale de Almeida, e podem surgir do que os antropólogos interessados sugerirem.

A ideia parece bastante interessante e os cursos já existentes ainda mais. As sugestões podem ser feitas para o seguinte e-mail: mvda@netcabo.pt


Aproveitem e espreitem o blogue do Kula.



Actualmente, encontra-se a decorrer o curso de Escrita Etnográfica, e já terminou o de Metodologias Visuais Aplicadas à Investigação. Esperemos que este projecto não seja apenas um entusiasmo passageiro, mas que ganhe consistência e adeptos.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Maria Rita e Benjamim!

Inspirei-me numa canção de Sérgio Godinho sobre a namorada do Benjamim, para escrever este texto. Espero que gostem!



Maria Rita acabara de fazer 18 anos. Tinha o corpo incandescente de uma mulher que começava a despertar para a vida, atraindo magneticamente os olhares dos rapazes que a olhavam com desejo. O seu porte era altivo e elegante, diferenciando-se, por isso das raparigas da sua idade que viviam lá no bairro. Os longos cabelos castanhos, ondulados em cachos, percorriam-lhe as costas e a sua tez morena acentuava-lhe as feições, contrastando com os seus belos olhos verdes, grandes e sérios. O seu sorriso era florido, lumionoso, num rosto gaiato e bandido, o que lhe configurava um traço de mistério e a tornava num perigo para os corações masculinos mais expostos às fraquezas do amor.
Também Benjamim não escapara aos seus encantos. Andava perdido de amores, desde o dia em que a vira pela primeira vez na Fábrica Conserveira onde trabalhavam. Mas, a Maria Rita era sabida e ardilosa, de tudo fazia para ignorar o rapaz, recusando o convite que ele lhe fizera para a acompanhar a casa, depois do trabalho. Ria dele com as amigas, zombava das suas cartas melosas e românticas, dizia que ele era um pobre diabo sem eira nem beira… E por isso, provocava-o até ao limite. Punha-se à varanda, nas noites quentes de verão, à espera de ver Benjamim passar. De vestido de chita, justo e de grande decote, com os cabelos a esvoaçar ao vento, exibia-se para ele. Quando Benjamim lhe dirigia um “Boa Noite!” tímido e sumido, ela fechava-lhe a janela na cara e desatava uma gargalhada sonora e estridente, que actuava em Benjamim como uma pancada seca no peito. Os amigos já nem sabiam o que lhe dizer: “ Esquece a gaja, já viste que ela é daquelas que põem um homem maluco, não te podes deixar levar! Vamos mas é beber umas cervejas e esquece a Rita, que essa tua conversa da Rita, Rita, já chateia um gajo!”. E lá ia o Benjamim afundar as mágoas numa caneca de imperial na taberna do Ti Manel. Saía de lá pelas 3 da madrugada, em braços, arrastado pelas ruas pelos amigos, em estado igualmente ébrio, cantando cantigas de amor à sua apaixonada empertigada.
Cansado do sufoco em que andava, Benjamim resolveu pedir ajuda à Avó Chica, uma anciã casamenteira e conhecedora de mesinhas do amor e pediu-lhe conselhos, sobre a melhor maneira de conquistar a Maria Rita.
Após este encontro proveitoso com a velha curandeira, Benjamim traçou um novo objectivo na sua vida: comparecer no baile da Sociedade Recreativa os Unidos de Alhandra, onde a Rita tinha por hábito ir às matinés de domingo, dançar as rumbas, os chá-chá-chás e o Rock´n Roll e pôr em prática o seu plano diabólico.
Nesse dia vestiu um casaco de cabedal preto, abandonou o velho casaco castanho puído com que sempre andava, pôs um pouco de brilhantina no cabelo, deu-lhe alguns jeitos, formando ondas, e foi até ao baile. Lá chegado pegou na Rita para dançar, e mesmo sem o seu consentimento, dançou com ela um twist louco, cheio de paixão, fúria e sentimento. Os passos acelerados, a música alta de mais, o corpo contorcido de Maria Rita pulando pelo ar, pareciam flashes de momentos surreais e improváveis, sem qualquer proximidade com a realidade. Maria Rita, estava deveras impressionada, desfazendo-se aos poucos daquela imagem apagada e pacata que tinha do Benjamim. Afinal, ele até sabia dançar e que bem ele rodopiava no salão. Sem controlar o que sentia, ela sentiu o coração disparar e entusiasmou-se com a dança, subindo sobre ele, em acrobacias algo arriscadas, mas cheias de animação, a tal ponto que os restantes participantes na dança se afastaram para admirar as suas proezas.
Quando a dança acabou, Maria Rita estava completamente surpreendida com o que experimentara nos últimos minutos, começando a sentir algo de misterioso sobre aquele rapaz de reacções tão inesperadas.
Foi nesse dia que o seu namoro começou, sendo hoje um dos pares mais felizes do Bairro Operário, onde ainda vivem. O que disse ou fez a avó Chica ao Benjamim, isso nunca se saberá.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Mais um dia de chuva...

Estamos em Abril, e em Abril águas mil, como diz o provérbio... depois do Verão antecipado, o Inverno novamente... temos de ter paciência e aguardar novamente os dias bonitos...


Recados e Imagens - Paisagens - Orkut



segunda-feira, 7 de abril de 2008

Passeio em Sintra

A pressão dos últimos dias tem sido muito grande, em virtude de uma pequena intervenção cirúrgica que inspirou alguns cuidados, a que a minha mãe foi sujeita. Para compensar um pouco esse stress fui juntamente com alguns amigos e amigos de amigos fazer um passeio na Serra de Sintra. O projecto era fazer uma caminhada de vários kms, mas por virtude das circunstâncias, acabou por ser mais pequeno, até porque já começou tardiamente.
Digamos que seguimos por caminhos interditos e vedados, potencialmente com perigo de queda de pedras, sobretudo no início do passeio. Começamos pela igreja de Santa Maria e a partir daí subimos até ao topo e rondamos o Castelo dos Mouros e o Parque da Pena, embora desta vez não nos tenhamos ainda embrenhado nos seus meandros. Depois de muito andar e de inspirar aquele ar puro e saudável, cheio de verde energizante, acabámos todos na Piriquita dois, de volta dos travesseiros quentinhos e doces… Foi muito divertido! Temos de fazer mais uns passeios destes!

Vejam o blogue da Cláudia que organiza algumas destas aventuras:





De volta dos travesseiros... imagem não permitida!


Alpha: a história de uma amizade que sobrevive há milénios

Alpha é um filme que conta uma história que se terá passado na Europa, há cerca de 20.000 anos, no Paleolítico Superior, durante a Era do...