sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Até que enfim...

Finalmente, o dia chegou...Consegui concluir todos os desafios propostos, e eis que tenho os três trabalhos que me faltavam fazer todos prontos. Segunda-feira irei entregá-los na faculdade, concluíndo assim mais uma fase na minha vida... esta digamos que há muito ansiava por concluir, foi muito sufoco durante muito tempo... já não tenho idade para este ritmo (digo eu... mas não tarde estarei de novo ocupada, ou não fosse já estar inscrita no digníssimo Ginásio Clube do Sul, em Almada!!!). Agora irá ser bem mais repousante, fazer apenas o que me der na vineta e o que me apetecer, voltar a dar energia ao corpo e repousar os pobres dos neurónios, completamente gastos por tanto pensar em bibliotecas... Agora é tempo também de afinar agulhas, de reflectir no que aprendi no curso e no que poderei aplicar no meu próprio trabalho, é tempo de começar a ir aos meus passeios, a dar as minhas escapadas de fim de semana quando tiver oportunidade, de ir caminhar pela praia, agora tão mais perto da minha casa... de por as ideias no lugar e de desfrutar o doce «fare niente»...

JASINSKI

Como diz o poeta, (sempre o mais citado neste blogue) abençoada seja a

«LIBERDADE»


Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer !
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não !
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Cansaço


Estou cansado...

Estou cansado, é claro,
Porque, a certa altura, a gente tem de estar cansado.
De que estou cansado, não sei:
De nada me serviria sabe lo,
Pois o cansaço fica na mesma,
A ferida dói como dói
E não em função da causa que o produziu.
Sim. estou cansado,
E um pouco sorridente
De o cansaço ser só isto
Uma vontade de sono no corpo,
Um desejo de não pensar na alma,
E por cima de tudo uma transparência lúcida
Do entendimento retrospectivo...
E a luxúria única de não ter já esperanças?
Sou inteligente: eis tudo.
Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto,
E há um certo prazer mesmo no cansaço que isto nos dá,
Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.

Fernando Pessoa

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Finalmente um Museu, embora virtual, para Sousa Mendes


«Inaugurou recentemente o Museu Virtual de Aristides de Sousa Mendes. O Museu organiza-se em duas partes, uma “exposição virtual” onde pode encontrar vários documentários e uma “base do conhecimento”, um espaço pode encontrar disponíveis um conjunto interessante de documentação: acesso a livros e artigos, arquivos, fotografias e vídeos, testemunhos escritos e orais e informação sobre os refugiados organizada alfabética e cronologicamente.
O Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes é, assim, o resultado de uma parceria entre uma equipa pluridisciplinar coordenada por Luísa Pacheco Marques Arquitecta, Sociedade Unipessoal, L.da e a Direcção Geral das Artes (anterior Instituto das Artes) do Ministério da Cultura.
Embora a ideia de homenagear Aristides de Sousa Mendes remonte a 1999, o projecto do Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes, que recebeu o apoio do Plano Operacional Sociedade do Conhecimento (POS_Conhecimento), só teve o seu início oficial a 13 de Maio de 2005.»

Fonte: Blogue No Mundo dos Museus

O Museu à distância de um clique: http://mvasm.sapo.pt/

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Estou farta!!!!


Estou mesmo na fase final de terminar a Pós-Graduação em Ciências Documentais, mais uma semana e meia e estará tudo acabado... sinto-me a ficar sem forças, cansada, saturada, de um curso que não me apaixona, e não me transporta para outros mundos, outros olhares... Agora já falta pouco para voltar de novo a respirar...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

O jantar

Depois do dia de S. Valentim trago-vos uma história ficcionada de uma noite que tinha tudo para ser romântica…

Isabel mexeu a panela e levou aos lábios a colher de pau para saborear a sopa de creme de espargos. «Estava quase no ponto!», pensou, enquanto acrescentava mais uns condimentos. Num outro tacho preparava já a «Pescada no Maracujá», conforme lera no livro de receitas. O cheiro na cozinha tornava-se exótico confundindo-se as fortes fragrâncias que pairavam no ar. Faltava só fazer as bananas quentes, com uns bons requintes de malvadez e depois era só ligar ao Miguel, o seu colega designer com quem trabalhava no atelier.
Isabel estava decidida a inventar qualquer desculpa para o atrair a casa, ele de certo que viria a correr. Já se declarara a ele noutras circunstâncias, mas ele sempre resistiu. Desta vez, havia de ser diferente, quando ele provasse aquelas deliciosas iguarias, repletas de pós de perlimpimpim, de ervas aromáticas e condimentos afrodisíacos, não haveria maneira de lhe resistir, até porque ela não era mulher de desistir quando estava interessada em alguém. Por outro lado, tinha a renda do apartamento, que dividia com uma colega que não suportava, novamente em atraso… precisava desesperadamente de convencer o Miguel que era a mulher da vida dele, decerto que com a ajuda daquelas receitas e da reza que mandara fazer na vidente que visitava regularmente, tudo se havia de resolver. Não tardaria estaria a viver com o Miguel e a vida dela iria organizar-se…ia ser canja desta vez.
Quando acabou as lides na cozinha, enfeitou e perfumou toda a casa, com velas e incensos apropriadas à ocasião. Depois ligou ao Miguel.
O jantar decorreu serenamente, com um ambiente muito romântico e inebriante e muito sugestivo aos rituais amorosos. Miguel gostou tanto dos pratos confeccionados por Isabel que repetiu duas vezes cada um. Sentia-se invadido por uma certa excitação que não conseguia controlar.
Após o jantar, Isabel aproximou-se dele como uma serpente odalisca e enfeitiçou-o com as suas palavras de sedução. Beijou-o suavemente, depois com maior intensidade e num piscar de olhos estavam enlaçados e quase nus.
Miguel sentia-se tonto com tudo aquilo, paralisado por uma sensação etérea desconhecida. Mas, aos poucos, conforme a cadência dos corpos se ia tornando mais compassada, Miguel não aguentou mais. Levantou-se do sofá e meio a cambalear dirigiu-se aos lavabos. Suava desmesuradamente, estava branco como a cal, sentia que todas as suas entranhas pareciam explodir numa turbulência feroz. Estremecia de cólicas e de dor.
Isabel desconhecia que Miguel era alérgico ao açafrão, e aos espargos, o que combinado com o maracujá tinha feito uma mistura explosiva. Apesar das consequências não serem graves, o objectivo de Isabel não tinha sido realizado, a receita do amor falhara por completo. Como iria ela adivinhar que o Miguel fosse alérgico à comida afrodisíaca?…

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Música para S. Valentim


Ontem fui ao teatro de Almada ver a peça «Feliz Aniversário» de Harold Pinter, o famoso e galardoado dramaturgo. Em Almada está a decorrer a 12ª Mostra de Teatro e até ao fim do mês há muitas peças para ver, em vários espaços de Almada
Esta peça apesar de tudo, deixou-me um pouco perplexa, por ser demasiado ambígua, nada estava definido, ninguém era bom, nem inocente... foi com uma sensação estranha que saí da sala de espectáculos. Ainda assim, penso que valeu a pena ter assistido, nem que seja para tomar conhecimento de uma das peças mais famosas de Pinter e da complexidade da sua obra.

«(…) representa sobretudo um exercício inteligente sobre a violência e a complexidade das relações humanas. Nesta trama de pessoas imperfeitas, complexos de culpa e conflitos emocionais, o autor inglês , galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 2005, consegue ampliar a profundidade emocional, permitindo uma dissecação minuciosa da idiossincrasia humana através do drama e da comédia.»
Interpretação: Eugénia Bettencourt, António Pedrosa, Karas, João D ´Ávila, Paulo Diegues, Alexandra Sargento.
Encenação, cenografia e iluminação: Karas
Figurinos: Tânia Franco
Canções (The Mountains of Mourne e Come Back Paddy Reilly to Ballyjamesduff): Percy French
Luz e som: Roger Oliveira
Fotografia de Cena: António Coelho
Grafismo: People Design
Produção Executiva: António Rodrigues
Produção: Ninho de Víboras – Associação Cultural

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Domingo à Tarde no Parque da Paz em Almada

No meio do buliço da vida que levo, de tantos estudos e afazeres, sabe bem descer ao Parque e distrair-me um pouco com os patos. O Parque da Paz é um verdeiro tesouro na paisagem de Almada, tão cheia de prédios e com tão poucos espaços onde se pode respirar fundo. Agora que o descobri, espero que ele faça parte de muitos bons momentos de descontração. Os patos são lindos, com cores espectaculares! Quem possa ir até lá descobrir estas maravilhas, aconselho desde já um pulinho, seja para caminhar, correr ou andar de bicicleta...ou mesmo até ler um livro sentado na relva, que sabe sempre bem!





sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

100ª Mensagem


Maravilhoso esse sol que nos ilumina... Luz branca de Fevereiro que aquece nossos corações e nos reconforta a alma...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Programação de actividades no Museu Nacional de Etnologia



Janeiro a Março 2008

OFICINAS
Oficina de expressão plástica
PANELAS CANTORAS
Vem conhecer as panelas cantoras dos índios Wauja através de uma “viagem” às Galerias da Amazónia, do Museu Nacional de Etnologia. A seguir à visita participarás numa oficina de expressão plástica, durante o qual poderás modelar panelas com massa pão e experimentar pigmentos naturais.

GRUPOS
Duração 1h30 (visita guiada+oficina)
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 5 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação 3 € (por participante)
Sujeito a marcação prévia


Oficina de expressão dramática
Ramayana: o rapto de Sita
O Ramayana é um poema épico indiano que surge representado nas imagens das pinturas cantadas. A história fala-nos do príncipe Rama corajoso e honesto que, devido à cobiça de uma das rainhas do seu pai, parte para a floresta em exílio.
Durante uma das suas viagens conhece a sua amada Sita cuja beleza atrai o demónio Ravana que decide então raptá-la.
Rama inicia uma busca incessante para encontrar a sua mulher, contando com a ajuda de muitos aliados, seus amigos, como Hanuman, o deus macaco.
Para conhecer melhor a história os mais novos terão de participar numa inesperada dramatização do enredo, encarnando as personagens com a ajuda de adereços que estão ocultos numa caixa muito, muito antiga…

GRUPOS
Duração 1h30
Público-alvo Grupos (entre os 8 e os 12 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 15 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação 3 € (por participante)
Sujeito a marcação prévia

Oficina de expressão plástica
ATRAVÉS DOS PANOS
A partir da exposição Através dos Panos, constituída pelas colecções de panaria caboverdiana e guineense e por trabalhos de expressão plástica da artista Manuela Jardim, a oficina explora propostas relacionadas com as técnicas da disciplina de Educação Visual, como o desenho, a colagem, a estampagem e a pintura.

GRUPOS
Duração 1h30 (visita guiada+oficina)
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 5 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação 3 € (por participante)
Sujeito a marcação prévia

VISITAS GUIADAS
Visita guiada
RESERVAS GALERIAS DA AMAZÓNIA
As Galerias da Amazónia são reservas que permitem trazer junto do público a totalidade dos objectos do Museu Nacional de Etnologia procedentes das sociedades ameríndias, em especial da floresta Amazónica. Duas das colecções aqui expostas merecem particular destaque. A primeira foi constituída por Victor Bandeira em meados dos anos 60, por solicitação de Jorge Dias na altura da criação do próprio museu (1965), tendo sido parcialmente exposta em 1966 nas instalações da Sociedade Nacional de Belas Artes por iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian. A mesma viria a ser objecto da exposição Índios da Amazónia que este museu inaugurou em 1986. Trata-se de um primeiro e importante contributo para o conhecimento dos povos da Amazónia. A segunda colecção foi constituída entre 1999/ 2000, junto dos índios Wauja do Xingu, no âmbito da preparação da exposição Os Índios, Nós que este museu inaugurou em 2000. Tornou-se uma das mais extensas colecções procedentes de uma só aldeia, organizada segundo critérios discutidos com os próprios habitantes e problematizados e documentados na exposição Com os Índios Wauja: objectos e personagens de uma colecção amazónica (2004).
Estas reservas são o resultado de um trabalho conduzido desde 1998, com as obras de ampliação do museu e a construção de novos espaços para armazenamento de colecções, e culminam um já extenso conjunto de actividades que comporta exposições, edições, colóquios, realização de filmes e videogramas, estágios e programas de investigação.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 5 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)
Duração 50 min.
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Horário 3.ª feira, às 15h30; 4.ª a Domingo, 11h30 e 15h30
Participação Gratuita
Não sujeito a marcação prévia

Visita guiada
Reservas Galerias da Vida Rural
Sector de reserva visitável do Museu Nacional de Etnologia que alberga um total de cerca de 3.000 peças, as Galerias da Vida Rural trata-se de um espaço dedicado às colecções ilustrativas de temas alusivos à sociedade rural em Portugal – transportes, sistemas de atrelagem, alfaia agrícola, abrigos de pastor, tecnologia têxtil, sistemas de moagem e equipamento doméstico, assim evidenciando a multiplicidade de soluções desenvolvidas no quadro da diversidade regional do País.
Testemunhos materiais de modos de vida evanescentes ou, em muitos casos, já desaparecidos no momento da sua recolha, a maior parte dos objectos apresentados nestas Galerias foi reunida sobretudo entre as décadas de 1960 e 1970, por Ernesto Veiga de Oliveira e Benjamim Pereira, elementos da equipa que está na origem do Museu Nacional de Etnologia e que, com Jorge Dias e Fernando Galhano havia iniciado em finais da década de 40 do século findo o seu percurso de investigação.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 5 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

INDIVIDUAIS OU GRUPOS (até 25 elementos)
Duração 50 min.
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Horário 3.ª feira, às 14h30; 4.ª a Domingo, 10h30 e 14h30
Participação Gratuita
Não sujeito a marcação prévia

Visita guiada
EXPOSIçÃO Pinturas cantadas:
Arte e Performance das mulheres DE NAYA
A exposição Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya mostra as obras realizadas pelas mulheres das comunidades Patua do Estado de Bengala na Índia que cantam as histórias que pintam em extensas tiras de papel. Os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 5 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

Visita guiada
Exposição Através dos Panos
Através dos Panos tem como ponto de partida a colecção de panaria guineense e caboverdiana do Museu Nacional de Etnologia, recolhida na sua maioria por António Carreira e Rogado Quintino entre as décadas de 1960 e 1970.
Tendo como fio condutor uma narrativa de expressão plástica, desenvolvida pela professora e pintora Manuela Jardim em ano de estágio sabático iniciado em 2002/3, e cuja continuidade no Museu se enquadra no âmbito do protocolo de colaboração entre os Ministérios da Cultura e da Educação, a exposição pretende incentivar formas de aproximação entre o museu e a escola. Esta abordagem propõe um diálogo na transmissão de conteúdos e no estímulo à aprendizagem e à criatividade, promovendo a dimensão educativa e lúdica do museu através das suas colecções e convidando a escola a utilizá-las na sua acção curricular.
Dentro do museu, os panos, longe dos seus contextos de origem, podem conhecer outras trajectórias que irão enriquecer e prolongar as suas histórias, continuando protagonistas de discursos, reflexões e acções com a participação dos públicos. Por isso a inclusão das oficinas integradas na exposição.

GRUPOS
Duração 50 min.
Público-alvo Grupos (a partir dos 4 anos)
Grupos até 25 participantes (só funciona com 5 inscrições no mínimo)
Horário 3.ª feira, das 14h às 17h; 4.ª feira, das 10h às 17h
Participação Gratuita
Sujeito a marcação prévia

Preparação de visitas guiadas
EXPOSIÇÕES E RESERVAS
O Serviço Educativo recebe docentes e outros responsáveis de grupos para preparar em conjunto as visitas guiadas aos vários espaços expositivos do Museu.

Horário 3.ª feira, das 10h às 12h30
Sujeito a marcação prévia

Museu Nacional de Etnologia
Av.ª Ilha da Madeira
1400-203 Lisboa
Tel.: 21 304 11 60/9
Fax: 21 301 39 94

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

lindo...

Por vezes, quando se está furioso com alguém, ajuda bastante sentar e pensar sobre o problema...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Curiosidade.... Regicídio foi há 100 anos




Faz hoje 100 anos que o rei D. Carlos e o princípe herdeiro D. Luís Filipe foram assassinados, ao regressarem de mais uma estadia em Vila Viçosa. O incidente passou-se na Praça do Comércio e foi obra de dois republicanos, Manuel Buiça e Alfredo Costa. Este facto importantíssimo na nossa história deixou o trono nas mãos do herdeiro D. Manuel, sem capacidade nem margem de manobra para gerir uma situação política explosiva que culminaria com a queda da monarquia e a implantação da República a 5 de Outubro de 1910.



Um dos assassinos mortos