segunda-feira, 17 de março de 2008

Um fim-de-semana muito preenchido...

Este fim-de-semana foi um oásis no deserto dos meus dias dos últimos tempos. Foi bom estar ocupada a fazer coisas que gosto e que me preencheram por inteiro.
No sábado fui fazer a oficina de escrita criativa do Saltimbanco «A Personagem que eu sou», nas instalações do Kid’s Club, no Restelo, no edifício das Piscinas do Belenenses. Fui para ajudar a minha mana, mas também para participar e escrever. A quem gostar deste tipo de actividade, aconselho desde já a participar (o Saltimbanco tem diversas ofertas para os próximos meses). Foi engraçado, o grupo era bastante heterogéneo e bem-disposto e resultou muito bem. Na verdade, são sempre mulheres que encontro a fazer estes cursos… porque será? Será que os homens não gostam de escrever ou acharão escrever uma pieguice? O que é certo é que nos vários cursos de escrita criativa que já efectuei foram muito poucos os que aí encontrei.
De volta a Almada, tive a oportunidade de sair e conhecer um pouco da cidade à noite, numa Almada velha, que mal conhecia. Por instantes tive a sensação de estar nas ruelas de Moura, ou de Beja, de tão apertadas e irregulares. Tinha-me esquecido completamente daquela área da cidade, de tão habituada que começo a estar ao Centro Sul. Foi bom conversar, desanuviar, aliviar as tensões e os cansaços, sentir a vida correr sem pressas.
No domingo, o dia foi de meia-maratona. Gosto sempre de acompanhar o decorrer da mesma, e este ano que estou do «lado certo», vivi com maior empolgamento a mesma, embora pela televisão, pois como iria receber amigos em casa, ia preparando as coisas sempre com o olho no pequeno ecrã. Aqui na Margem Sul, a confusão foi grande, o trânsito retido, o congestionamento inevitável, só se restabelecendo perto do princípio da tarde.
Antes de almoço ainda houve tempo para fazer uma marcha de mais de meia-hora pelo Parque da Paz, em passo acelerado e aproveitar para estar entre a Natureza. Este tem sido um dos meus rituais de fim-de-semana, não o dispensando sempre que posso.
A tarde foi dedicada a receber alguns amigos, que já não via desde os meus anos. O pretexto tinha sido uma tarde de jogos, mas foi muito mais do que isso! Rimos, disparatámos, conversámos, jogámos, comemos, … Foi muito bom voltar a vê-los!

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