segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Paris é sempre Paris...

Nesta viagem outro dos pontos altos foi mesmo Paris. Tive apenas um dia para rever aquela, que para mim até agora é a mais bela cidade do mundo, com excepção de Lisboa claro está.
Talvez por ter tido a minha origem em Paris e lá ter sido concebida, é sempre uma enorme emoção rever esta cidade. Desta vez, nem queria acreditar que ali estava de novo, (já pela terceira vez) e por isso senti necessidade de absorver tudo o que mais gosto nela, com uma grande intensidade. Em breve, a experiência sentida daria lugar à recordação, à saudade e à nostalgia do lugar. Só experimento este sentimento por um lugar, ali e no Porto, onde me sinto sempre tão em “casa”.
Entrámos na cidade, ao fim do dia, iluminada por um sol Poente, que dava maior destaque aos contornos dos edifícios. Nas margens do Sena havia quem dançasse e cantasse, como se nos dessem as boas-vindas à cidade.
Subimos ao Sacre-Coeur, e dali podemos ver Paris a anoitecer, ouviam-se tambores e músicas de outros lugares, que nos encaminharam até Montmartre, onde pintores faziam retratos dos turistas que passavam e para eles pousavam.
No dia seguinte tive a oportunidade de revisitar o Musée d’Orsay, um dos meus preferidos em Paris, onde gosto de ver sobretudo os impressionistas e as obras de Van Gogh, Degas, Gaugin, Renoir entre outros. Foi delicioso ver tudo novamente. Aqui deixo ficarn o registo das minhas obras preferidas, já que se pode tirar fotografias no museu, sem flash.
Como o dia fluía e o ponteiro do relógio teimava em avançar rapidamente, resolvi caminhar pelas margens do Sena, passar pelas pontes e ver a paisagem envolvente e os lugares prodigiosos, como a Notre Dame. No Sena desfilavam os conhecidos barcos dos “bateuax-mouches”, repletos de turistas, cheios de sonhos e encantados com as belas vistas da cidade.

Paris ao anoitecer.Sacré-CouerMontmartre



Musée d'Orsay










Louvre
Notre Dame

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