domingo, 12 de agosto de 2012

Pompeia e Capri

Depois de sairmos de Roma, rumámos ao sul, com destino a Pompeia. Depois de umas3horas de caminho, fomos visitar aquele que é decerto, o local mais representativo da cultura romana apresentando vestígios bem preservados, Pompeia. Esta localidade, situada perto de Nápoles, foi assolada no ano 79 d.C, pela erupção do vulcão Vesúvio, tendo ficado soterrada por uma nuvem de cinza e lava que se formou, devastando toda a cidade e matando todas as suas gentes.

Pompeia

A sensação que tive ao percorrer aquelas ruas, foi verdadeiramente impressionante, não só pelo que ali aconteceu, mas pelo trabalho de tantos arqueólogos que trouxeram aquela cidade novamente à luz do dia. São vários quilómetros de superfície escavada, revelando casas parcialmente destruídas, outras quase intactas, estruturas de casa, aspetos decorativos, como são os muitos frescos nas paredes que podemos encontrar em algumas dessas casas, as mais abastadas na época.


A área a visitar é estrondosa, uma pessoa quase se perde ali, parece um labirinto, com pouca sinalética. Ao mesmo tempo, fiquei como uma sensação um pouco frustrante, pois em duas horas não se consegue ver praticamente nada e não houve tempo para selecionar adequadamente o que era prioritário ver. Se acrescentarmos a isso, o facto da visita ter sido entre as 12h00 e as 14h00, com um calor abrasador e a sentir o corpo a desintegrar-se, não deu para muito mais.
Modelo em gesso de corpo humano soterrado
De seguida fizemos uma breve visita panorâmica de autocarro por Nápoles e ainda bem que nem saímos, pois preconceito à parte, achei do que vi, uma cidade feia, suja, cheia de lixo, escura e muito pouco interessante.
Nápoles

Saímos apenas para apanhar o barco em direção a Capri, a ilha conhecida como jardim do Paraíso.
Aí, encontrámos catadupas de hordas organizadas de japoneses, todos tapados, com chapéus, mangas e luvas para se protegerem do sol. Junto ao porto, as pessoas amontoavam-se numa pequena praia, cheia de pedras. O calor era insuportável e eu acabei por não resistir a um banho de mar bem regalado e salgado nas águas transparentes de Capri, o problema foi mesmo entrar e sair da água, devido às pedras. Soube bem para refrescar.
Capri

No regresso, voltámos a apanhar o barco mas agora para Sorrento, outra bela estância balnear em plena Costa Amalfitana. Aí descobrimos um restaurante italiano simpátco com pessoas bem dispostas e pudemos degustar um vinho tinto e umas pastas saborosas.
Sorrento
O hotel foi o coroar do dia, longíssimo de Sorrento…a luz falhou três vezes, foi uma aventura completa dormir ali, mas o cansaço começa a moer o corpo e já não há muitas exigências a fazer: apenas dormir!

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